domingo, 9 de novembro de 2008

DESEJO X AMOR

Desejo é vontade de provar, explorar, é a sedução com a promessa de conhecer o inexplorado, é um impulso que incita a despir a integridade da pessoa desejada.

Depois do desejo satisfeito, impreterivelmente vem o vazio, vem a dissolvição do próprio desejo. Portanto, o desejo desde seu nascimento é contaminado pela vontade de morrer. Relacionando com a ciência, o desejo é um impulso centrípeto, que degusta o ser desejado para depois se autodestruir.

O amor é, à vontade de cuidar, de preservar a pessoa amada. Um impulso centrífugo, um impulso de expandir-se, ir além, alcançar o inatingível.

O amor é absorver, assimilar o eu e você.

Amar é contribuir para o crescimento individual e coletivo do mundo.

No amor, o eu é, pedaço por pedaço, transplantado para a pessoa amada. O eu que ama se expande doando-se totalmente a pessoas amada.

Amar é sentir que cada átomo de você mesmo vive no corpo da sua amada.

Amar é saber que se sua amada não fosse nada, você certamente seria ninguém.

Amar é querer proteger, abrigar, acariciar, mimar. Significa estar a serviço, colocar-se à disposição.

Desejo e amor encontram-se em campos opostos. O amor quer possuir. O desejo quer esquivar-se das garras do amor.

O amor é uma rede lançada sobre a eternidade.

O desejo é simplesmente desfrutar o momento.

Se o desejo quer provar, o amor quer perpetuar.


(Texto retirado da Net)

sábado, 8 de novembro de 2008

NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL"

Na sala de reunião de uma multinacional o CEO nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: 'ninguém é insubstituível'.

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o CEO se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E o Beethoven?

- Como? - o CEO encara o gestor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível... E quem substitui o Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que quando sai um é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Dorival Caymmi? Garrincha? Michael Phelps? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Faria Lima? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso?

Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E portanto são sim insubstituíveis. Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado paraalguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico.

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se você ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bundchen por ter nariz grande.

E na sua gestão o mundo teria perdido todos esses talentos!
Algumas pessoas com seus talentos são indispensáveis!
Excelente artigo para aqueles que pronunciam essa frase indelicada, sem olhar o todo.
Todos nós sabemos que em vários momentos fazemos a diferença através de nossos talentos.
Reconheça-o e deixe que esteja brilhante em você em prol da nossa históri e do nosso dia-a-dia.

Se mesmo assim não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço.


© Roseli Busmair

FAZER AMOR É PISAR NA ETERNIDADE

Fazer amor é coisa séria demais. Não basta um corpo e outro corpo, misturados num desejo.

Fazer amor é percorrer as trilhas da alma, uma alma tateando outra, desvendando sentimentos, descobrindo profundezas, penetrando nos escondidos, sem pressa com delicadeza.

Porque alma tem textura de cristal, deve ser tocada de leve, apalpada com carinho. Até que o corpo descubra cada uma das suas funções.

Quando a descoberta acontece é que o ato de amor começa.

As mãos deslizam sobre as curvas, como se tocando nuvens, a boca vai acordando e retirando gostos, provando os sabores, bebendo a seiva que jorra das nascentes escorrendo em cascatas, é o côncavo e o convexo em amorosa conjunção. É nascer de novo: no abraço, no beijo que sacia no infinito do orgasmo. Vale chorar, vale gemer.

Vale gritar, porque aí já se chegou ao paraíso, e qualquer som ha de sair melódico e afinado, seja grave, agudo, pianinho.

Há de ser sempre o acorde faltante quando amantes iniciam o milagre do encontro. Corpos se ajustaram, almas matizaram. Fez-se o êxtase! É o instante da Paz. É a escritura da serenidade!E os amantes pisam eternidades!


(Texto de um Frei do Colégio Santo Agostinho).




O AMOR É REFÉM DO DESTINO

O amor encontra seu significado estimulando a participação dos amantes na procura da renovação da espécie.

O amor, portanto é, a própria geração de um novo ser, por isso que os amantes buscam suas coisas belas para gerar uma nova vida. Nessas condições o amor é a nossa própria transcendência, é o impulso criativo dentro de nós mesmos.

Em todo relacionamento amoroso há dois seres, cada qual a grande incógnita na equação do outro. É isso que faz o amor parecer um capricho do destino, porque, por maior que seja a intimidade e a vida maravilhosa que tenham é muito difícil compartilhar essas duas vidas como uma só.

Amar significa abrir-se ao destino, amar é a mais sublime de todas as condições humanas, em que o medo se funde ao prazer, numa liga irreversível.

Abrir-se ao destino significa, admitir a liberdade no ser, aquela liberdade própria dos amantes, onde um se incorpora no outro.
A satisfação no amor individual não pode ser atingida sem a humildade, a coragem, a fé, a persistência e o sentimento verdadeiro. Por essa razão é que o prazer passageiro, a satisfação instantânea, os resultados sem esforços, as garantias em cartórios, não garantem o verdadeiro amor.

Amar, sempre será uma rara e gostosa conquista.

Para amar, os amantes têm que compartilhar tudo entre si é, uma fusão completa, é quase um estado místico, entre duas mentes.

Em estado de amor, onde aja compreensão, identificação e empatia, os amantes sempre serão radicalmente um só, mesmo conservando algumas de suas individualidades.

Quando duas pessoas se amam verdadeiramente, inclinam-se uma para a outra em todos os momentos da vida, sentindo a satisfação de estar um com o outro. Seu desejo sexual e seu amor espiritual justificam suas vidas. Passa a existir o sentimento de que toda e qualquer frustração da vida a dois recebe o consolo de suas reciprocidades, que se compensam com a presença do desejo e da ternura.

Sem humildade e coragem não há amor. Essas duas qualidades são exigidas continuamente, pois o amor ao se instalar entre dois seres, ele conduz os amantes através de terras inexploradas e desconhecidas


(Texto retirado da Net)

PALAVRAS

As palavras ganham alma quando são sentidas. Elas também podem ganhar algo mais além de alma. Às vezes, elas ganham forma e dimensões incontroláveis. É por isso que se diz que as palavras têm poder. As palavras podem destruir, machucar. Podem revolucionar um mundo estagnado. Pode encantar, aliviar o peso dos corações, soar como música aos nossos ouvidos. E podem torturar, enlouquecer... Transformar.
Os poetas estão mais perto dos anjos porque nos permitem sonhar, nos ensinam o caminho de volta à infância, à pureza que a infância carrega, quando a gente ainda não tinha aprendido a complicar demais as coisas. E suas palavras, carregadas de alma e poesia, às vezes nos fazem lembrar que Deus existe... E que, se a vida às vezes parece complicada demais, é porque faz parte do nosso processo evolutivo: é preciso cair pra aprender a se levantar.

(Texto retirado da Net)

A chama sagrada.


O elemento do Fogo é o mais importante, pois ele é uma expressão do Fogo Sagrado, de onde procedem a Chama Violeta e suas congêneres. Uma de suas atividades construtivas, no plano físico, é purificar através da incineração de detritos e de corpos humanos, a qual permite o retorno dos respectivos elementos ao Sol, para uma repolarização. A atividade destrutiva do fogo é demonstrada na queima de construções e florestas e também em relâmpagos, na tempestade e no uso de armas de fogo, bombas etc.."Fogo, meu espírito..." No Sol, nas estrelas, nas fogueiras ou nas brasas, no nosso coração... sentimos a luz da vida. O fogo é o elemento das transmutações, da transformações. Sua força luminosa indica o caminho que deve ser seguido por aquele que conhece os ensinamentos do Universo. O fogo é a chama que, acesa dentro de nós, faz brilhar nossa aura e nossos olhos, revelando a força de nosso espírito. Ele conduza cada um à sabedoria interior.Os Xamãs pedem ajuda ao Avô Fogo, como é chamado pelos índios, quando é hora de trabalhar as mudanças. O fogo auxilia no processo de limpeza também, o velho cedendo lugar ao novo. A Sauna Sagrada é um dos lugares usados, pelos Xamãs, nos processos de cura pelo fogo..As Salamandras, ou Espíritos do fogo, vivem no éter atenuado e espiritual que é O invisível elemento do fogo. Sem elas, o fogo material não pode existir.Elas reinam no fogo com o poder de transformar e desencadear tanto emoções positivas quanto negativas. As Salamandras, segundo os especialistas, parecem bolas de fogo e que podem atingir até seis metros de altura. Suas expressões, quando percebidas, são rígidas e severas. Dentro de todas as formas energéticas (o fogo, a água e o mineral), estes seres adquirem formas capazes de desenvolver pensamentos e emoções. Esta capacidade derivou do contato direto com o homem e da presença deles em seu cotidiano. Por tal motivo, as Salamandras desenvolveram forças positivas, capazes de bloquear vibrações negativas ou não produtivas, permitindo um clima de bem estar ao homem.O homem é incapaz de se comunicar adequadamente com as Salamandras, pois elas reduzem a cinzas tudo aquilo de que se aproximem. Muitos místicos antigos, preparavam incensos especiais de ervas e perfumes, para que quando queimados, pudessem provocar um vapor especial e assim formar em seus rolos a figura de uma Salamandra, podendo assim sentirem sua presença. Paracelso afirma que muitas Salamandras são vistas na forma de bolas ou línguas de fogo correndo através dos campos ou irrompendo nas casas. Para muitos aqui no Brasil, costuma- se chamar estas aparições de "fogo - santelmo". Mas, a maioria dos místicos, afirma que as Salamandras são Seres gigantes, imponentes e flamejantes em roupas fluidas, com uma armadura de fogo. Elas são as mais poderosas dos elementais e têm como seu regente um magnífico espírito flamejante chamado Djim,terrível e aterrorizante na sua aparência. Os antigos sábios sempre foram advertidos para manter- se à distância delas, pois os benefícios derivados do seu estudo freqüentemente não eram proporcionais ao preço que se pagava por eles. Elas possuem especial influência sobre as criaturas de temperamento ígneo e tempestuoso. Tanto nos animais como no homem, as Salamandras trabalham através da natureza emocional por meio do calor corpóreo,do fígado e da corrente sanguínea. Sem sua assistência,não haveria calor. INVOCAÇÃO ÀS SALAMANDRAS Eu vos saúdo, Salamandras, Que constituís a representação do elemento fogo.Peço, que com vosso trabalho, Forneçais a mim poder de resolver tudo, De acordo com vossa vontade, Alimentando meu fogo interno, Aumentando minha chama trina do coração E assim formar um novo universo. Mestres do fogo, Eu vos saúdo fraternalmente. Amém. Invocar nas primeiras luzes do sol. Caso isto não seja possível, é necessário que o elemento fogo esteja presente. O mais indicado é o uso da vela. Esta invocação é feita para se ter mais força de vontade, coragem, vigor, entusiasmo e bons empreendimentos. Atua no trabalho e na espiritualidade. ORAÇÃO DAS SALAMANDRAS. No Templo de Delfos, uma salamandra se punha em comunicação com os Iniciados. Porfírio, discípulo de Plotino, que conhecia bastante o Oculto, revelou aos homens a seguinte prece da Salamandras, que não é propriamente a elas dirigida, mas ao próprio Fogo Criador, mesmo porque os elementais ou Espíritos da Natureza não conhecem outra linguagem senão a que lhes é própria: "Ó Imortal, Eterno, Inefável e Iincriado Pai de todas as coisas, conduzido no carro que desliza sem cessar pelos mundos que dão sempiternas voltas; dominador das imensidades etéreas, onde está ereto o trono do teu poder, sobre o qual teus olhos formidáveis descobrem tudo e teus belos e santos ouvidos escutam tudo, atende aos teus filhos, que amaste desde o nascimento dos séculos; porque a tua dourada, grande e eterna majestade resplandece acima do mundo e do céu das estrelas; estás elevado acima delas, ó fogo faiscante; aí, tu te acendes e te conservas a ti mesmo pelo teu próprio esplendor, e saem da tua essência regatos inesgotáveis de luz, que nutrem teu espírito infinito. Este espírito infinito alimenta todas as coisas e faz tesouro inesgotável de substância pronta à geração que elabora e que se apropria das formas de que a impregnaste desde o princípio. Deste espírito tiram também sua origem estes reis mui santos que estão ao redor do teu trono e que compõem a tua corte, ó Pai universal! ó único! ó Pai dos felizes mortais e imortais." "Criaste, em particular, potências que são maravilhosamente semelhantes ao teu eterno pensamento e à tua essência adorável; tu as estabeleceste superiores aos anjos, que anunciam ao mundo as tuas vontades; enfim, nos criaste na terceira ordem no nosso império elementar. Aqui, o nosso contínuo exercício é louvar e adorar os teu desejos; aqui, ardemos incessantemente aspirando possuir-te. Ó pai! ó mãe! ó mais terna das mães! ó arquétipo admirável da maternidade e do puro amor! ó filho, flor dos filhos! ó forma de todas as formas, alma, espírito, harmonia e número de todas as coisas! Amém."


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Criando a própria vida



Criamos continuamente possibilidades em torno de nós, mas nos surpreendemos quando elas acontecem.
Vigie bem suas idéias e observe como elas criam sua vida. Se alguém pensa que é um fracasso, que não vai fazer nada na vida... Realmente, essa pessoa não irá fazer nada porque sua idéia está criando essa realidade!
Quanto mais ela achar que não,
Cria-se um círculo vicioso!
Quem pensa que vai ter sucesso, é bem-sucedido.

Experimente e você ficará admirado; algumas vezes, nem vai acreditar.
Se um homem pensa que jamais encontrará um amigo, ele não encontrará.
Ergueu em torno de si a muralha da China. Não está disponível e pronto! Ele precisa provar que sua idéia está certa e... Mesmo que alguém se aproxime com grande cordialidade, será rejeitado porque ele precisa provar sua idéia; está muito comprometido com ela!
E pouco a pouco todos se tornarão seus inimigos.
Por isso, observe bem o que pensa e o que deseja... Observe a sua mente.
Você está constantemente criando o que vai colher da sua vida... Quer chova ou faça sol.
Se é assim, melhor que faça sol, não é mesmo?

Texto retirado do livro Vá com Calma, de Osho


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O mistério do relacionamento




O relacionamento é um mistério. E, por existir entre duas pessoas, depende de ambas. Sempre que duas pessoas se encontram, um novo mundo é criado. Justamente pelo encontro, um novo fenômeno vem à existência - o qual não existia antes, o qual nunca existiu. E através desse novo fenômeno, duas pessoas são mudadas e transformadas. Não-relacionado, você é de um jeito; ao se relacionar, imediatamente fica diferente. Uma coisa nova aconteceu.
O relacionamento é criado por você, mas, por sua vez, ele também o cria. Duas pessoas encontram-se, isto significa que dois mundos se encontraram. Não é algo simples - é muito complexo, é o que há de mais complexo.
Cada pessoa é um mundo em si mesma - um complexo mistério com um longo passado e um futuro eterno. No começo, apenas as periferias se encontram. Mas, se o relacionamento cresce intimamente, se fica mais próximo, mais profundo, então, pouco a pouco, os centros se encontram. Quando os centros se encontram, isto é chamado de amor. Quando apenas as periferias se encontram, há uma familiaridade. Você toca a pessoa pelo lado de fora, só o contorno, então, fica familiarizado. Muitas vezes, você começa a chamar essa familiaridade de amor. Então, entra numa ilusão. Familiaridade não é amor.
O amor é muito raro. Encontrar uma pessoa em seu centro é passar por uma revolução em si mesmo, porque se você quiser encontrar o centro do outro, terá de permitir que o outro também chegue ao seu centro. Terá de tornar-se vulnerável, absolutamente vulnerável, aberto. É arriscado. Permitir que alguém chegue ao seu centro é arriscado, perigoso, porque nunca se sabe o que essa pessoa fará. E quando todos os seus segredos forem conhecidos, quando o que está oculto tornar-se visível, quando você tiver se exposto completamente, o que essa outra pessoa fará, nunca se sabe. O medo surge. Eis porque nunca nos abrimos. Basta uma familiaridade, e pensamos que o amor aconteceu. As periferias encontram-se, e pensamos que nós é que nos encontramos. Você não é a sua periferia. Na verdade, a periferia é o limite onde você termina, apenas a cerca ao seu redor. Não é você! Até mesmo os maridos e esposas que viveram juntos por muitos anos, podem ser apenas familiares. É possível que não tenham conhecido um ao outro. E quanto mais você vive com alguém mais se esquece de que os centros continuam desconhecidos.
Portanto, a primeira coisa a ser compreendida é:
Não tome a familiaridade por amor. Você pode fazer amor, pode estar sexualmente relacionado, mas o sexo também é periférico. A menos que os centros se encontrem, o sexo é apenas um encontro entre dois corpos. E um encontro entre dois corpos não é um encontro. O sexo também permanece na familiaridade - física, corporal, mas ainda familiar. Você só permite que alguém entre em você, em seu centro, quando não está com medo, quando não está temeroso. Portanto, eu lhe digo que existem dois tipos de vida. Uma orientada pelo medo; a outra, orientada pelo amor. A vida orientada pelo medo não pode nunca levá-lo a um relacionamento mais profundo. Você permanece no medo e não aceita o outro - não pode aceitar que penetrem em seu âmago mais profundo. Até um determinado ponto, você aceita o outro; além desse ponto, o muro vem e tudo estaciona.
A pessoa orientada pelo amor é uma pessoa religiosa. A pessoa orientada pelo amor é aquela que não tem medo do futuro, aquela que não tem medo dos resultados e conseqüências, não fica calculando ou manipulando - é aquela que simplesmente vive aqui e agora.

OSHO




(Texto retirado da Net)